O Fator R divide a folha pela receita dos últimos 12 meses. Igual ou acima de 28%, a empresa de serviço cai no Anexo III, a partir de 6%; abaixo, no Anexo V, a partir de 15,5%. Veja como calcular e o peso do pró-labore nessa conta.
Na pessoa física, a distribuição de lucros segue isenta de Imposto de Renda em 2026 — com uma novidade: a Lei 15.270/2025 criou IRRF de 10% sobre o que passa de R$ 50 mil por mês. Veja como apurar e distribuir com segurança.
O pró-labore remunera o trabalho do sócio e não pode ser menor que um salário mínimo — R$ 1.621 em 2026. Sobre ele incidem 11% de INSS e Imposto de Renda. O valor escolhido mexe no Fator R e pode mudar o anexo do Simples.
A alíquota da tabela não é a que você paga: a efetiva desconta a parcela a deduzir e quase sempre é menor. Veja os 5 anexos, as faixas de 2026 e o Fator R, que decide entre o Anexo III (6%) e o Anexo V (15,5%).
Médico que recebe plantão como pessoa física paga até 27,5% no carnê-leão, mais INSS. Com uma PJ bem estruturada, a carga costuma cair para a faixa de 6% a 15%. Veja quando compensa, qual regime escolher e os cuidados com o CFM.
O MEI custa a partir de R$ 82,05 por mês, mas trava em R$ 81 mil por ano. A microempresa não tem esse teto e começa em 6% no Anexo III do Simples (4% no comércio). Veja qual caminho compensa para o seu faturamento em 2026.